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A Agência de Comunicação (AC) será a responsável pela cobertura jornalística dos comitês e funcionará com duas áreas: a AC Escrita e a AC Audiovisual.
A AC Escrita alimentará um blog com as notícias dos comitês, trazendo informações oficiais e o melhor do jornalismo. Os delegados que estiverem nesta área, vão experimentar o dia a dia de uma redação: correndo atrás de fontes, fazendo reuniões de pauta, coletivas de imprensa e os prazos curtos.
A AC Audiovisual produzirá informativos de jornalismo televisivo, que serão disponibilizados no YouTube e, também, no Blog da AC. Nos telejornais, eles apresentarão as notícias mais importantes dos comitês. Será trabalho deles correr atrás de entrevistados para aparecerem nas filmagens e trabalhar com prazos curtos.

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A Assembleia Permanente dos Povos (ASP), evento simultâneo à Rio +20, foi um marco na participação de membros da sociedade e representantes de organizações não governamentais em pautas ambientais. Reunindo mais de 10.000 pessoas, a ASP teve como principais pontos o papel das iniciativas privadas na preservação ambiental e a eficácia de medidas sugeridas pela Organização das Nações Unidas.
O comitê que recriará este momento visa mostrar aos participantes como o posicionamento e a atuação de diferentes setores que compõem o corpo civil impactam tão fortemente o cenário geopolítico e ambiental quanto decisões de instâncias superiores. A Economia Verde e suas contradições é um dos temas mais importantes da reunião, dividindo opiniões entre aqueles que creem na sua eficácia como solução dos problemas ambientais e aqueles que enxergam o modelo como um capitalismo disfarçado. Mais afundo, as consequências da nova ordem ambiental em povos tradicionais são a chave para o entendimento da relação estreita entre sociedade e meio ambiente. Sendo assim, a Assembleia dos Povos busca, como comitê inovador na Mundo CM, representar a importância da sociedade civil dentro das decisões políticas internacionais, além da necessidade de se discutir como se dá a concretização e os impactos de tais medidas.

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Em meados do século XX, a bipolaridade era a regra: durante a Guerra Fria, as superpotências, estadunidense e soviética, dividiam o mundo em suas zonas de influência capitalista e socialista, respectivamente, e não parecia haver uma válvula de escape, uma terceira via. Decerto, não se esperava que a descolonização não pararia nas revoltas, e muito menos que uma saída viesse das periferias.
A partir de então, em contradição ao status quo, países herdeiros de um passado marcado pelos interesses exploratórios das grandes nações europeias resolvem se reunir para discutir imperialismo, soberania e autodeterminação - é quando os países afro-asiáticos protagonizam a Conferência de Bandung. Ali, nasceu um processo de adoção de uma política externa mais independente, antirracista e anticolonial, influenciada principalmente pelos recém-ocorridos processos de descolonização. Cortinas de ferro e muros aos poucos surpresos observavam, vinda de países marginalizados, a crescente ideia de cooperação e desenvolvimento mútuo.
Na Conferência de Bandung, a cooperação entre os países afro-asiáticos era uma forma de persistência - uma faísca de resistência. Desta forma, neste comitê, esperamos desconstruir e reinventar os já famosos conceitos de terceiro-mundismo e não-alinhamento, que ainda hoje permeiam as relações internacionais. Mais do que isso, acreditamos que, por meio do empoderamento das delegações com o “espírito de Bandung”, passemos a enxergar esta conferência como realmente foi: um movimento revolucionário.

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Vamos conhecer o próximo comitê de nossa extraordinária simulação: A Corte Interamericana de Direitos Humanos!
Essa dádiva de comitê promete a chance de discutir tema de suma importância: o direito do povo indígena Xucuru sobre seu território ancestral!
Um estado soberano deve garantir o direito de propriedade à sua população. Acontece que muitos povos originários exercem esse direito de forma diversa do que estamos acostumados. Não se fala apenas em propriedade privada, mas também em propriedade coletiva. O que é particularmente importante para os povos originários a medida em que seu território tem vínculo direto com a prática de sua cultura, seu modo de viver, espiritualidade e saúde, por exemplo.
Assuma o papel de uma juíza da Corte no caso Brasil vs. Povo Xucuru e julgue sobre as violações de direitos humanos alegadas.

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A construção de uma África unida e independente é uma dádiva do movimento pan africanista a cada um dos 54 países-membro da União Africana. Desde o século XX, ganham voz os ideais políticos e as expressões culturais que por muito tempo ficaram adormecidas - ou sedadas - frente ao contexto imperialista no lugar que é considerado o berço da humanidade.
Mas, não raro, os cantos de orgulho nacional perdem-se meio aos gritos de sofrimentos e prantos de angústia. Revoltas, movimentos separatistas, conflitos político-econômicos e étnico-culturais eclodem até hoje nos quatro cantos da África. Nesse sentido, a tarefa de gerenciar crises e conflitos, assim como reconstrução e desenvolvimento do segundo maior continente foi, e continua a ser uma das tarefas mais complexas do mundo.
Por sua vez, a República Federal da Somália é um território localizado na Chifre da África e, ao longo do tempo, tensões de diversas origens fizeram com que a comunidade internacional tomasse medidas em prol da estabilidade da nação. A Missão da União Africana na Somália (AMISOM) tem como propósito, dentre outros motivos, fortalecer as forças de segurança Somali, assim como reduzir a ameaça de Al-Shabaab e outros grupos armados.
O Comitê de Paz e Segurança da União Africana (CPSUA), objetiva, então, prevenir e solucionar conflitos e crises internas de modo a assegurar a estabilidade regional: o ano de 2020 é o prazo final para a retirada das missões de auxílio para o conflito da Somália. Assim, o comitê irá focar não só no processo que resultou na crise da Somália, mas também nas consequências das missões executadas em relação ao que será feito no país após o ano final nos âmbitos social, político e de segurança.

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A CSW é uma comissão das Nações Unidas criada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) em 1946. O órgão visa promover a equidade de gênero através do mundo, sendo responsável pelo acompanhamento da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável em relação às questões de gênero e o fim da violência contra mulheres e meninas.
O tema Participação e Acesso das Mulheres às Mídias é um incentivo para a discussão sobre o impacto da linguagem midiática na vida de mulheres e meninas, e como esta tem o potencial tanto de promover a igualdade entre os gêneros quanto reproduzir opressões.
Sendo assim, espera-se que as delegadas reflitam sobre possíveis ações protagonizadas pelos agentes estatais na luta contra a discriminação da mulher a partir do viés da mídia. Quais são os limites das ações governamentais e práticas institucionais na intervenção sobre a mídia? Quais são as possíveis medidas dentro do escopo de ação das Nações Unidas que possam trazer mudanças concretas para a equidade de gênero ao redor do mundo? Através do questionamento e do debate, o CSW procura impactar positivamente as delegadas e os delegados participantes da conferência e estimulando a discussão sobre questões de gênero e impacto da mídia.

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O Conselho Econômico, Social e Cultural da União Africana é um órgão consultivo composto por membros de diversas organizações da Sociedade Civil (OSCs) dos Estados que compõe a União Africana. Segundo seu estatuto, um de seus objetivos é promover e defender a cultura da boa governança e os princípios e instituições democráticas, bem como promover e fortalecer as capacidades institucionais e operacionais da sociedade civil africana. Não deve surpreender, portanto, que dos temas mais discutidos no âmbito deste Conselho seja aquele que representa, atualmente, um dos maiores entraves para a prosperidade e fortalecimento dos Estados africanos: a corrupção.
Como tópico de discussão recorrente entre a comunidade internacional, o problema da corrupção tem sido muitas vezes alienado das realidades africanas, culminando em propostas intervencionistas que, via de regra, mais atrapalham do que ajudam, e perpetuam a dependência política e financeira dos países africanos em face aos atores europeus e norte-americanos.
Desse modo, a proposta deste comitê é discutir a corrupção como resultado de uma cultura política historicamente enraizada, desafiando as concepções tradicionais de solução por meio de mudanças meramente conjunturais – como o assistencialismo material e o intervencionismo político, faces mais que evidentes do imperialismo no século XXI – e incentivar a adoção de soluções estruturais, voltadas para a reconfiguração da cultura institucional pelos próprios sujeitos africanos, ora tratados como subalternos pelo paradigma hegemônico das relações internacionais.

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With over 3 billion people having access to the internet as of 2018, the web has been a part of our day-to-day routine. Be it for online shopping, reading news, tweeting, or watching funny videos of cats, the internet has become more than just enternainment: it is now a part of our lives. In this context, the Interent becomes one of the most important topics of discussions amid the international community.
By keeping this is mind, the delegates of the 2018 Internet Governance Forum shall discuss two topics this year: 1. Net Neutrality; and 2. Human Rights Online; in order to take major decisions on the equality of Internet usage, and ways to improve the respect to Human Rights on the Web.
Knowing how we are all constantly connected to the internet, the discussion on how to regulate and fiscalize the web has become a major topic on the international community in the last 15 years. Is it possible to regulate the web? Can governments interfere in how the internet is accessed by its population? Should all data on the internet be treated equally, or may internet service providers control what their customers see and do online?
Connected with this discussion, the delegates will come accross another topic discussed on the UN regarding internet access: the Human Rights Online. Although the UN has already declared access to the Internet a Human Right, how can the international community guarantee that this right will be accessible to all? Not only this, but also how to promote and assist the respect for Human Rights on the Web?

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O gabinete deste ano da Mundo tem como tema a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, ou MINUSTAH. Por ter contado com uma grande participação brasileira, essa missão acabou por ser um exemplo da atuação diplomática brasileira em âmbito internacional. Trazemos para debate este tópico a fim de permitir aos delegados entenderem um pouco melhor a situação e história do Haiti e seus desdobramentos internacionais. É importante destacar que o gabinete também abordará todas as problemáticas de uma missão de estabilização extranacional conduzida por organizações internacionais, especificamente da ONU, discutindo integralmente seus desdobramentos para um país em reconstrução.